De todas as joias, a cruz é a que mais passa de mão em mão. Um colar de cruz masculino ou colar de cruz feminino não é um acessório de temporada: é uma peça que se guarda por anos, muitas vezes dada de presente para marcar uma passagem. Esta página reúne os modelos Emir ICE banhados a ouro amarelo e ouro branco, cravejados de zircônias, nas três grandes famílias de cruzes que produzimos.
Antes de tudo, um esclarecimento honesto: as pedras desses colares são zircônias, pedras sintéticas. São brilhantes e bem lapidadas, mas não são diamantes nem pedras preciosas naturais. O banho de ouro é uma camada de ouro depositada sobre um metal base — não é ouro maciço. Preferimos deixar isso preto no branco a deixar a ambiguidade fazer o trabalho.
A forma clássica, com haste vertical alongada. O colar de cruz cristã existe em versão lisa — só a cruz — ou em crucifixo, com a figura de Cristo. A primeira é mais discreta e mais fácil de usar no dia a dia; a segunda é mais explícita e mais carregada de simbolismo. A escolha não é estética, é pessoal.
Reconhecível pela alça superior, a Ankh é o hieróglifo da vida no Egito antigo. Ela foi amplamente adotada pela cultura afro-americana e pela cena hip-hop, o que lhe dá hoje uma dupla leitura — espiritual e cultural. É o nosso modelo mais procurado de colar de cruz de ouro.
Cravejada de zircônias redondas ou em lapidação baguete, a cruz muda completamente de registro: passa de símbolo discreto a peça que capta a luz. É o formato mais próximo da estética colar de cruz de diamante buscada no universo hip-hop, sem a pretensão de fazer zircônia passar por outra coisa.
Entre 2 e 3 cm, a cruz continua discreta e é usada sob a gola: é o formato mais comum para um colar de cruz feminino ou para o uso diário. De 4 a 6 cm, ela fica bem visível e se afirma — é o formato mais escolhido pelos homens. Acima disso, a peça vira um statement e pede um look simples para respirar.
45 a 50 cm deixa a cruz na base do pescoço, visível na abertura de uma camisa. 55 a 60 cm a faz cair no meio do peito, a posição mais clássica para uma cruz masculina de tamanho médio. Meça um colar que você já usa, esticado ao lado de uma régua: é mais confiável que adivinhar.
O banho de ouro amarelo continua sendo a escolha majoritária para uma cruz, principalmente porque corresponde à imagem tradicional da joia religiosa. O banho de ouro branco oferece um visual mais frio e contemporâneo, visualmente próximo de um colar de cruz de prata — lembrando que se trata de banho de ouro branco, e não de prata.
Uma cruz se usa sozinha. É a única regra de verdade: ela não se sobrepõe a outro pingente, que desviaria a leitura. Se fizer questão de usar duas, a segunda corrente deve ficar lisa e ser pelo menos 5 cm mais curta.
A cruz pode ser usada tanto por cima quanto por baixo da roupa — isso é uma questão de relação pessoal com o símbolo, não de estilo. Para quem a usa visível, alinhe a cor do metal com suas outras peças: anel, pulseira, relógio. Veja anel masculino e corrente de ouro masculina.
Uma cruz cravejada retém resíduos nas garras e nos cantos — é ali que a joia escurece primeiro. Três gestos bastam. Limpe-a com um pano macio e seco depois de cada uso, insistindo na parte de trás e nas reentrâncias. Tire-a antes do banho, da piscina, do esporte e de dormir. Coloque-a por último, depois do perfume e do creme, nunca antes: o álcool dos perfumes é o primeiro inimigo do banho de ouro.
Guarde-a esticada, sozinha em um saquinho macio. Nunca use limpa-pratas nem banho ultrassônico: esses métodos são feitos para metal maciço e removem o dourado. Nosso guia como cuidar de correntes banhadas a ouro detalha o método completo.
Os outros símbolos: pingente masculino, pingente amuleto da sorte, signos do zodíaco. Os colares femininos: colar feminino. Para gravar ou personalizar: pingente personalizado.